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- Store in Store e sua Linha do Tempo: Do Contrato à Primeira Venda no Delivery
Se você está pensando em investir em uma operação de delivery multimarca, provavelmente já se perguntou: "Quanto tempo leva até eu começar a vender de verdade?" A boa notícia é que, com o modelo certo, esse processo pode ser mais rápido, prático e seguro do que você imagina. Abaixo, mostramos passo a passo o que acontece entre o momento da assinatura do contrato e o momento em que o primeiro pedido toca na impressora. Tudo pensado para operadores que valorizam agilidade, estrutura e suporte. 🗓️ Dia 0 – Assinatura do contrato Parabéns! Ao assinar, você garante: Acesso ao ecossistema de marcas do Grupo Way Foods Reserva de território com exclusividade de operação Início imediato da fase de onboarding O time da franqueadora já agenda o kick-off oficial da implantação. 🗓️ Dias 1 a 3 – Reunião de implantação e checklist da operação Você participa de uma reunião inicial com o time de suporte . Nesta fase, são definidos: Quais marcas você vai operar Ajustes no layout da cozinha (se necessário) Lista de utensílios e equipamentos mínimos Conexão com fornecedores homologados Checklist técnico para garantir o padrão de qualidade Se você já tem um restaurante ou cozinha ativa, boa parte dos itens já estarão prontos! 🗓️ Dias 4 a 7 – Treinamento da equipe e pré-produção Enquanto seu CNPJ está sendo ativado nos apps, sua equipe já entra em ritmo de produção: Treinamento remoto ou presencial com foco nas marcas escolhidas Aulas sobre montagem dos pratos, expedição, tempo de preparo, armazenamento e atendimento Uso de fichas técnicas, vídeos e materiais visuais Pré-preparo dos insumos e organização da linha de produção O objetivo aqui é simular uma rotina real de pedidos antes mesmo do app estar ativo. 🗓️ Dias 8 a 10 – Criação dos perfis nos apps de delivery O time da franqueadora cuida de tudo: Criação das lojas no iFood, Rappi e/ou 99Food Upload dos cardápios, fotos, descrições e preços Vinculação de meios de pagamento Configuração das promoções de abertura e posicionamento estratégico Você não precisa lidar com burocracia — é tudo plug & play. 🗓️ Dias 11 a 12 – Teste interno e simulação de pedidos Antes de abrir oficialmente, é feito um teste interno: Simulação de pedidos na plataforma Ajustes finos em tempo de preparo e embalagem Verificação da estrutura digital e do app Gestor iFood Essa etapa garante que, no lançamento, tudo funcione com fluidez. 🟢 Dia 13 ou 14 – Primeira venda no ar! Sua loja vai ao ar com: Campanha de visibilidade nos apps Cupom promocional para novos clientes Acompanhamento online do time de suporte para garantir performance Em menos de 15 dias , você já está vendendo com uma ou mais marcas de alta performance, dentro de um sistema testado, apoiado e otimizado. 🧠 E depois da abertura? A franqueadora continua ao seu lado com: Acompanhamento semanal dos indicadores (ticket médio, CMV, nota, visibilidade) Suporte de marketing com novas campanhas e combos Atualizações de cardápio e treinamentos contínuos Expansão planejada com novas marcas do ecossistema (sem custo extra de nova loja) Conclusão: tempo é dinheiro — e com modelo certo, você ganha os dois Implantar uma operação delivery multimarcas não precisa ser demorado, caro ou burocrático. Com método e suporte, é possível sair do contrato direto para a venda em menos de 2 semanas. Se você tem uma cozinha ativa ou até mesmo o desejo de empreender no food service com baixo risco, o modelo plug & play do Grupo Way Foods pode ser sua próxima jogada de mestre. 🚀 Pronto para ver sua cozinha faturando com múltiplas marcas?
- As 7 Maiores Tendências de Food Service para 2025 que Todo Empreendedor Precisa Conhecer
O mercado de alimentação fora do lar está mudando mais rápido do que nunca. Com novos hábitos de consumo, avanço da tecnologia e aumento da concorrência no delivery, quem não se atualiza corre o risco de ficar para trás. Para te ajudar a se manter no topo, reunimos as 7 maiores tendências do food service para 2025 — com foco total em inovação, escalabilidade e lucratividade. Se você é franqueado, operador de delivery ou sonha em empreender no setor, preste atenção. Esse conteúdo pode redefinir o seu plano de ação. Unsplash 1. Cozinhas 100% Digitais (Delivery First) A lógica de “abrir restaurante para receber clientes” está dando lugar a operações delivery-first , sem salão, sem garçom, sem fachada. São cozinhas enxutas que operam exclusivamente via apps como iFood, 99Food, Rappi, entre outros. E mais: com alta performance , já que toda a estrutura é pensada para gerar pedidos, não experiências presenciais. 2. Ecossistemas de Marcas em Uma Só Cozinha A era da “marca única” está ficando para trás. A tendência agora é operar várias marcas em uma só cozinha , como fazem os franqueados do Grupo Way Foods. Exemplo: uma cozinha que entrega massas cremosas no almoço (Pasta Way), yakissoba no jantar (Yaki Way) e comfort food nos fins de semana (Feijuca Way). Isso permite vender em diferentes categorias e momentos do dia , maximizando o uso da estrutura e o potencial de faturamento. 3. Delivery Modular e Plug & Play Em 2025, flexibilidade será palavra de ordem. Franquias plug & play permitem ativar, pausar ou trocar marcas conforme o desempenho, sazonalidade ou demanda local. Você não precisa abrir uma nova loja — basta plugar uma nova marca no seu ecossistema, usando a mesma equipe, espaço e equipamentos. Esse modelo já é realidade para quem opera com o Grupo Way Foods e tende a se expandir ainda mais. 4. Operações Automatizadas e Baseadas em Dados A coleta e leitura de dados nunca foram tão cruciais. Empreendedores de sucesso estão usando dashboards para monitorar ticket médio, tempo de preparo, cancelamentos, ranking no app , entre outros. Aliado a isso, ferramentas de automação (como sistemas de pedidos integrados e campanhas de marketing automáticas) reduzem erro humano e aumentam a eficiência operacional . 5. Embalagens Inteligentes e Experiência do Delivery O foco não é mais só o sabor: é a experiência completa de receber o pedido em casa . Marcas líderes estão investindo em: Embalagens com isolamento térmico e reforço de segurança Identidade visual forte e colecionável Mensagens personalizadas no unboxing E até mesmo QR Codes com playlists, vídeos ou cupons Tudo para gerar encantamento e recorrência. 6. Franquias Digitais e Licenciamento de Marca Com a profissionalização do setor, cresce o interesse por modelos de franquia digital e licenciamento de marcas , voltados para quem já tem estrutura e quer escalar. São modelos com baixa taxa de entrada, ativação rápida e retorno mais previsível , que permitem transformar uma cozinha ociosa em máquina de vendas — sem precisar montar nada do zero. 7. Marketing de Performance no Centro da Estratégia Aquela divulgação “boca a boca” ainda existe, mas não é suficiente. Empreendedores que dominam tráfego pago, SEO local e vitrines dos aplicativos saem na frente. É preciso entender como os apps funcionam, como rankear melhor e como aparecer para o cliente certo na hora certa. Por isso, redes como o Grupo Way oferecem suporte completo de marketing aos franqueados, com campanhas profissionais, testes A/B e acompanhamento de performance. Conclusão: o futuro do food service é adaptável, digital e inteligente As tendências de 2025 apontam para um mercado mais competitivo — mas também mais cheio de oportunidades para quem tem método e visão de longo prazo . Se você quer empreender com mais segurança, escalar sua cozinha ou ativar marcas validadas em tempo recorde, este é o momento de agir. 🚀 Quer ativar uma operação alinhada com as maiores tendências do food service? Fale com o time do Grupo Way Foods e descubra como entrar para o ecossistema de franquias plug & play mais promissor do Brasil.
- O Futuro das Cozinhas Ociosas: Como Transformar Espaço Parado em Receita Extra
Em todo o Brasil, milhares de cozinhas seguem um padrão silencioso de desperdício: equipamentos parados por horas, estoque que gira lentamente, equipe esperando o movimento voltar. Essa ociosidade tem um custo — e ele é alto. Afinal, aluguel, energia, impostos e folha de pagamento continuam rodando mesmo sem pedidos suficientes para pagar a conta. Mas e se a solução não fosse abrir mais mesas, e sim ativar novas marcas de delivery na estrutura que você já tem? É exatamente isso que está mudando o jogo para restaurantes que decidiram operar com mais inteligência e menos risco. A nova lógica do food service: faturar mais com o que já existe Com o crescimento do delivery e a popularização das cozinhas inteligentes, uma nova mentalidade tem ganhado espaço: não é preciso abrir outro restaurante para crescer. Basta ativar marcas já testadas dentro da sua operação atual. Isso é possível por meio do modelo Multi Kitchen , uma solução onde marcas 100% digitais são acopladas à sua cozinha física. Sem reforma, sem novo CNPJ, sem complicações. Cozinha ociosa ≠ cozinha improdutiva Talvez você já tenha: Horários com movimento fraco (após o almoço, dias da semana, domingos) Turnos da noite com poucos pedidos Equipe disponível, mas subutilizada Equipamentos com capacidade de produção acima da demanda atual Todos esses elementos são sinais de que sua cozinha está pronta para faturar mais — e o que falta é o modelo certo para fazer isso acontecer . Como transformar ociosidade em lucro O segredo está em ativar marcas complementares ao seu negócio atual , usando: ✅ A mesma cozinha ✅ O mesmo time ✅ Os mesmos equipamentos ✅ Um novo cardápio digital , com marca, fotos e posicionamento prontos Por exemplo: um restaurante tradicional pode, durante o turno da noite, ativar uma marca de massas no pote, yakissoba, parmegianas ou estrogonofe. Tudo isso com insumos que muitas vezes já estão no seu estoque . O modelo plug & play: rápido, validado e escalável No Grupo Way Foods, essa metodologia é chamada de licença Multi Kitchen . Ela permite que operadores de cozinha acessem até 10 marcas delivery de alta performance , com: Cardápios otimizados Embalagens e identidade visual prontos Posicionamento nos apps de delivery Suporte de marketing e operação Treinamentos para sua equipe Você escolhe quantas marcas deseja ativar e começa a vender em poucos dias . É literalmente um modelo plug & play. Casos reais: quem ativou já colhe os resultados Restaurantes que enfrentavam quedas no salão ou baixa demanda em certos horários agora operam com 2 a 5 marcas digitais , gerando pedidos ao longo de todo o dia. Em vez de depender apenas da clientela do bairro, as marcas ativadas ampliam o alcance nos apps e abrem novas frentes de receita. Mais pedidos = melhor ticket médio, mais giro de estoque e melhor aproveitamento da equipe. E o investimento? Por ser um modelo de licenciamento, não há taxa de franquia tradicional , nem exigência de ponto comercial ou identidade visual física. Você paga uma licença acessível , com implantação rápida e suporte completo para começar a operar com segurança. O retorno é proporcional ao seu esforço e à sua capacidade de produção — e o risco é muito menor do que abrir uma nova operação do zero. Conclusão: sua cozinha não está vazia — ela está cheia de oportunidade O futuro das cozinhas ociosas é a multiplicação de faturamento com inteligência . Não é sobre trabalhar mais. É sobre trabalhar melhor. Se você tem estrutura, equipe e espaço parado, está mais perto do crescimento do que imagina. 🚀 Quer ativar uma nova marca dentro da sua cozinha? Fale com o time de expansão do Grupo Way Foods. Vamos te mostrar como transformar a ociosidade em lucro, com marcas prontas para rodar e suporte total.
- Quanto Custa Operar Uma Marca de Delivery Hoje: Números Que Ninguém Te Mostra
Entrar no mercado de delivery parece simples: montar um cardápio, cadastrar no app, começar a vender. Mas quando se fala em lucratividade de verdade , o cenário exige muito mais cálculo do que intuição. Muita gente se aventura sem conhecer os custos reais, e por isso quebra, desanima ou não escala. Neste artigo, vamos abrir o jogo: quanto realmente custa operar uma marca de delivery hoje? Sem achismo. Só números reais que influenciam o sucesso (ou o fracasso) do seu negócio. 1. Estrutura básica: o que você precisa para começar Mesmo em um modelo 100% delivery , você precisa de estrutura mínima: Cozinha : espaço com boa ventilação, bancadas, pias e divisões básicas Equipamentos : fogão, forno, fritadeira, geladeira, freezer, micro-ondas Utensílios : panelas, colheres, balanças, caixas para entrega, etc. Sistema de gestão : integração com os apps e controle de pedidos Mão de obra : pelo menos 2 a 3 pessoas bem treinadas 💡 Custo estimado inicial (para estrutura própria): R$ 30.000 a R$ 50.000, dependendo da condição da cozinha e da marca operada. No modelo plug & play da Way Foods , boa parte desses itens já é orientada e padronizada, com fornecedores homologados, o que reduz custos e erros. 2. Custo fixo mensal: o que pesa todo mês A cada mês, existem custos que você precisa pagar operando ou não: Aluguel ou taxa de ocupação da cozinha Energia, água e gás Salários da equipe Licenças e alvarás Internet e software de gestão Royalties e taxa de marketing (em franquias) 💡 Custo fixo médio mensal: entre R$ 6.000 e R$ 12.000, a depender da cidade e do tamanho da operação. 3. Custo variável por pedido: o que impacta diretamente o lucro Cada pedido feito no app carrega seus próprios custos: CMV – Custo de Mercadoria Vendida (matéria-prima e insumos) Taxa dos apps (iFood, Rappi, 99Food: geralmente entre 15% e 27%) Embalagens Marketing promocional nos apps (descontos e cupons) 💡 Exemplo prático: Um prato com valor de venda de R$ 30 pode ter: CMV: R$ 9,00 (30%) Taxa iFood: R$ 6,75 (22,5%) Embalagem: R$ 2,00 Custo total: R$ 17,75 Lucro bruto por pedido: R$ 12,25 Mas esse valor ainda precisa cobrir os custos fixos mensais. 4. Ponto de equilíbrio: quantos pedidos você precisa por dia? Para que a operação se pague, é necessário atingir um ponto de equilíbrio , o volume mínimo de pedidos que cobre todos os custos. Se o seu custo fixo é de R$ 9.000 e o lucro bruto por pedido é R$ 12,25: 👉 Você precisa de cerca de 735 pedidos por mês , ou 24 pedidos por dia . Abaixo disso, você está operando no vermelho. 5. E onde está o erro da maioria? Não calcular o CMV corretamente Depender de um único app Não considerar sazonalidades Não ter marcas que se complementam no fluxo de vendas Improvisar o marketing Trabalhar com preços mal posicionados para o mercado local Por isso, o modelo de franquia plug & play (como o do Grupo Way) oferece estrutura pronta, insumos padronizados, marcas testadas e suporte de marketing contínuo. Conclusão: delivery dá dinheiro, mas só com método Abrir uma marca de delivery sem conhecer os custos reais é como dirigir com os olhos vendados. Você pode até ir para frente, mas a batida é questão de tempo. Já quem entende os números, se planeja e escolhe um modelo validado, transforma pedidos em receita previsível todos os dias . 🚀 Quer operar uma marca de delivery com custos claros e estrutura enxuta? Fale com o time de expansão do Grupo Way Foods. Vamos te mostrar como montar uma operação multimarcas eficiente, com projeção de resultados e suporte completo.
- Store in Store: Como Donos de Restaurantes Estão Dobrando o Faturamento Sem Abrir Novas Lojas
Em vez de abrir mais uma unidade, fazer nova reforma ou contratar mais equipe, imagine dobrar seu faturamento apenas com a estrutura que você já tem . Parece ousado? Pois essa é exatamente a proposta do modelo Store in Store , que está conquistando donos de restaurantes em todo o Brasil, especialmente os que operam delivery. Neste artigo, você vai entender como funciona essa estratégia, por que ela é tão eficiente e como começar a aplicá-la ainda este mês, sem complicação. O que é o modelo Store in Store? “Store in Store” (loja dentro da loja) é um conceito que permite operar duas ou mais marcas de alimentação dentro da mesma cozinha . Ou seja: um único espaço físico, uma equipe, um CNPJ, mas múltiplos cardápios rodando nos apps de entrega como se fossem marcas diferentes. Na prática, o consumidor final nem percebe que está comprando da mesma estrutura. Ele vê marcas separadas, especializadas, com propostas distintas. E você, como operador, multiplica as chances de vender em mais categorias e horários . Por que isso está crescendo tanto? O crescimento do Store in Store está diretamente ligado a quatro fatores: 1. Otimização da estrutura Restaurantes com cozinha ociosa (seja por baixa demanda em certos turnos ou por capacidade de produção acima da atual) perdem dinheiro todos os dias . Com Store in Store, é possível ocupar essas janelas com marcas complementares. 2. Expansão digital sem custo fixo Abrir uma nova marca digital não exige salão, ponto comercial ou mais aluguel . Basta cadastrar a nova operação no app (com CNPJ já existente) e rodar com um cardápio específico. 3. Diversificação de público e momentos de consumo Quem opera apenas uma categoria, como massas ou lanches, está limitado em público e horário . Ao incluir marcas como comida oriental, feijoada, estrogonofe ou comfort food, você se torna mais relevante em diferentes momentos do dia. 4. Baixo risco e alta adaptabilidade Se uma marca não performa bem, ela pode ser pausada e substituída com agilidade, sem prejuízo estrutural. Isso dá flexibilidade para testar cardápios e ajustar estratégias com mais liberdade. Exemplo prático: como funciona na Way Foods Com o modelo plug & play da Way Foods , você pode ativar de 3 a 10 marcas dentro da sua própria cozinha. Cada marca tem cardápio, ficha técnica, embalagem e identidade visual prontos. Você recebe: Treinamento completo da equipe Integração com sistemas e apps Acompanhamento de desempenho Suporte de marketing e performance 💡 Exemplos de marcas disponíveis: Pasta Way : massas cremosas e combos generosos Yaki Way : yakissoba e rolinho primavera Estro Way : estrogonofes variados Feijuca Way : feijoada tradicional, galinhada e comfort food Parme Way : pratos com parmegiana e acompanhamentos Resultados reais: mais vendas, sem mais estrutura Operadores do modelo Store in Store reportam: ✅ Aumento de até 2x no faturamento mensal ✅ Aproveitamento total da equipe e dos equipamentos ✅ Maior relevância nos apps: por aparecer em várias categorias ✅ Redução do risco financeiro comparado a abrir novas lojas ✅ Retorno mais rápido e previsível Conclusão: o novo ponto comercial é a sua cozinha Você não precisa de um novo ponto para vender mais. Você precisa de um novo modelo de negócio dentro da estrutura que já tem. Store in Store é mais que uma tendência, é a evolução inteligente da operação de delivery . Quem entende essa lógica, sai na frente. Quem ignora, vê concorrentes invisíveis roubando espaço nos apps. 🚀 Quer ativar o modelo Store in Store no seu restaurante? Fale com o time de expansão da Way Foods e veja como transformar sua cozinha em uma operação multimarca lucrativa e escalável.
- Checklist de Sobrevivência: 10 Passos Para Entrar no Delivery Sem Erros
Entrar no delivery é como abrir um novo restaurante, só que em vez de mesas e garçons, o salão é digital e a porta de entrada são os aplicativos. Parece simples: colocar o cardápio no iFood e esperar os pedidos. Mas quem já tentou sabe que, sem estrutura e estratégia , a chance de fracassar é grande. Pensando nisso, reunimos os 10 passos essenciais para montar sua operação de delivery do jeito certo , evitando erros que custam caro e travam o crescimento. Se você quer fazer do delivery uma fonte de lucro constante, comece por aqui : 1. Defina um cardápio enxuto e atrativo O maior erro é querer colocar tudo no delivery. Escolha os pratos mais rápidos, lucrativos e populares da sua cozinha. Menos é mais, especialmente no início. 2. Monte fichas técnicas e precifique corretamente Calcule custo de cada prato, margem ideal, embalagem e taxas dos apps. Um prato mal precificado pode parecer sucesso de vendas, mas ser um prejuízo disfarçado. 3. Invista em fotos profissionais (ou muito bem feitas no celular) No delivery, a vitrine é a tela do celular. Fotos escuras, sem ângulo ou com aparência amadora espantam o cliente. Aposte em imagens apetitosas, bem iluminadas e com identidade. 4. Escolha embalagens que entreguem a experiência A comida precisa chegar bonita, quente e inteira . Invista em embalagens funcionais, resistentes e que valorizem o produto. Isso reduz reclamações e aumenta avaliações positivas. 5. Cadastre-se corretamente nos apps e nas categorias certas Evite cair em categorias genéricas. Posicione sua marca onde ela tem mais chance de ser encontrada e valorizada . Ex: massas, orientais, comfort food, etc. 6. Tenha uma operação enxuta e ágil Não adianta ter muitos pedidos se a cozinha não dá conta. Organize fluxos, estações de preparo e treine sua equipe para garantir tempo de preparo rápido e padrão de qualidade. 7. Monitore métricas todos os dias Acompanhe cancelamentos, avaliações, tempo de entrega, ticket médio e performance por prato. Isso permite ajustar rapidamente e evitar queda de visibilidade. 8. Use os turnos ociosos com estratégia Tem pouca demanda no jantar? Que tal ativar uma marca complementar nesse horário? A lógica do delivery é ocupação máxima com o menor custo possível. 9. Invista em campanhas e promoções inteligentes Use cupons, combos e frete grátis de forma estratégica. Não é sobre “dar desconto”, é sobre gerar tráfego e posicionar sua marca com inteligência. 10. Tenha suporte, e não caminhe sozinho O delivery pode ser solitário e difícil sem apoio. Avalie modelos como franquias plug & play , onde você entra com estrutura e recebe marcas prontas, suporte, marketing e método testado. Conclusão: Começar certo é melhor do que correr para consertar depois O delivery é um canal poderoso, mas também impiedoso com quem improvisa. Seguindo esse checklist, você reduz riscos, acelera resultados e começa a construir um negócio de verdade, com base sólida e potencial de escala. Se você já opera delivery e quer profissionalizar, ou se está prestes a dar os primeiros passos, essa lista é o seu ponto de partida. 📌 Dica bônus: Salve este checklist, envie para sua equipe e use como guia no seu planejamento. Pequenos acertos hoje evitam grandes prejuízos amanhã. 🚀 Quer entrar no delivery com marcas testadas, fichas prontas e suporte completo? Fale com o time do Grupo Way Foods e conheça nosso modelo de franquia plug & play , ideal para quem quer começar com método, marcas vencedoras e resultado comprovado.
- Guia Visual: Como Funciona Uma Operação Store in Store por Dentro
Você já ouviu falar em Store in Store ? Essa é a estratégia que vem transformando restaurantes com estrutura ociosa em verdadeiros centros de faturamento multimarcas , tudo sem abrir uma nova unidade , sem equipe adicional e sem complicação. Neste guia visual, você vai entender como funciona por dentro uma operação Store in Store — e por que cada vez mais operadores estão aderindo ao modelo para dobrar o faturamento com a estrutura que já têm. 🎯 O Conceito: Uma loja dentro da sua loja Imagine que, no seu restaurante, você serve almoço executivo. Mas durante o jantar, o salão fica vazio. Ou então, seu foco é lanche, mas tem fogão parado no almoço. No modelo Store in Store , você ativa uma nova marca digital (via iFood, por exemplo) dentro da sua estrutura atual, com CNPJ único, mesma equipe e cozinha compartilhada . Você não precisa abrir um novo ponto físico — você só precisa operar uma nova marca digitalmente. 🛠️ Como funciona na prática? 1. Recebimento das Marcas Ao aderir ao modelo, você recebe: Cardápios prontos e otimizados para delivery Fichas técnicas com rendimento, custo e modo de preparo Fotos profissionais dos pratos Nome, identidade visual e posicionamento digital de cada marca Estratégia de preços e categorias nos apps 2. Integração ao seu restaurante Você e sua equipe passam por um treinamento rápido para entender: Como organizar o mise en place (pré-preparo) Como identificar pedidos por marca Como montar os pratos com agilidade e padrão Como usar as embalagens certas por marca O objetivo é tornar a operação 100% integrada ao seu dia a dia , sem sobrecarregar. 🔁 Um Dia na Operação Store in Store 🕘 10h — Pré-preparo compartilhado Sua equipe prepara molhos, massas, proteínas e acompanhamentos que servirão duas ou mais marcas ao mesmo tempo . 🕐 12h às 14h — Picos de almoço Você opera a sua marca principal (ex: pratos executivos) e, ao mesmo tempo, recebe pedidos da marca digital ativada (ex: estrogonofe ou massas). 🕔 18h às 22h — Novo pico, nova oportunidade Durante o jantar, entra em ação uma terceira marca, como yakissoba ou comfort food, sem sobrepor insumos e usando o que já foi pré-produzido. 📦 Embalagem e Expedição Cada marca do ecossistema conta com: Sua própria embalagem personalizada Etiqueta com nome do prato e nome da marca Modo de montagem padronizado Manual de despacho para evitar erros de envio Isso garante que, mesmo saindo da mesma cozinha, o cliente final tem a experiência de uma marca exclusiva. 📊 Resultados que o modelo gera ✅ Aumento do ticket médio (com combos e produtos estratégicos) ✅ Uso inteligente de turnos ociosos ✅ Visibilidade ampliada em mais categorias do iFood ✅ Redução do CMV (graças ao uso cruzado de insumos) ✅ Crescimento escalável com baixo investimento 🧠 Para quem é o Store in Store ? Donos de restaurante com cozinha ociosa em horários específicos Operadores que querem testar novos nichos sem risco alto Quem busca crescer no delivery, sem abrir nova loja Conclusão: a nova loja está onde você menos esperava — dentro da sua cozinha O modelo Store in Store não exige reforma, ponto comercial ou novas contratações. Ele exige visão estratégica , modelo validado e suporte confiável — como o oferecido pela franquia multimarca do Grupo Way Foods. Se você já tem estrutura e quer aumentar o faturamento sem complicar a operação, o caminho pode estar mais perto do que imagina: no seu próprio fogão. 🚀 Quer entender como aplicar esse modelo no seu restaurante? Fale com nosso time e veja como transformar a sua cozinha em uma operação multimarca de verdade.
- Histórias Reais: Como Restaurantes Comuns se Transformaram em Operações de Alta Escala
Nem toda grande operação nasceu grande. A verdade é que muitos dos restaurantes que hoje vendem milhares de reais por mês no delivery começaram como negócios comuns, com estrutura limitada, equipe enxuta e pouco conhecimento sobre o canal digital . O que mudou? A forma de pensar, operar e escalar. Neste artigo, você vai conhecer histórias reais de operadores que saíram do básico e passaram a operar múltiplas marcas, com sistema, eficiência e resultados surpreendentes , tudo isso sem abrir novas unidades ou contratar dezenas de pessoas. 1. De restaurante de bairro a centro de múltiplas marcas O primeiro caso é de um restaurante familiar no interior de São Paulo. Antes da pandemia, o foco era o salão. Com a queda no movimento presencial, o delivery virou única alternativa, mas os resultados eram modestos. Foi aí que o operador conheceu o modelo Multi Kitchen , e ativou três marcas complementares na estrutura já existente. Resultado? 📌 Em 90 dias: A operação passou de R$ 18 mil para R$ 42 mil/mês de faturamento. O mesmo fogão e a mesma equipe agora rodavam cardápios diferentes nos apps . A visibilidade no iFood triplicou — por estar presente em diferentes categorias. 2. A dark kitchen que nasceu dentro de uma lanchonete Outro caso curioso: uma lanchonete com foco em hambúrgueres artesanais tinha turno ocioso no almoço . A estrutura estava lá, mas o movimento era quase zero nesse horário. A solução? 👉 Ativar duas marcas de pratos rápidos e comfort food usando a mesma cozinha — com identidade visual, cardápio e embalagens prontos. 📌 Em 60 dias: O faturamento aumentou em R$ 20 mil só no almoço , sem afetar a operação noturna. A equipe existente foi treinada para operar todas as marcas com fluidez. O dono não precisou investir em reforma nem contratar ninguém novo. 3. O segredo: um sistema que trabalha por você O que essas histórias têm em comum? Elas não escalaram com mágica. Escalaram com modelo de negócio. Os operadores contaram com: Treinamento de equipe padronizado Fichas técnicas e fotos profissionais prontas Marcas testadas e validadas no mercado Apoio de marketing, performance e gestão E o principal: um ecossistema digital que transforma esforço em resultado. Essa é a proposta do modelo plug & play de franquia multimarca que coloca o empreendedor no centro da operação, mas sem deixá-lo sozinho. 4. Operações que escalam de verdade têm três pilares Se você quer transformar seu restaurante em uma operação de alta escala, aqui vai o que não pode faltar: a) Portfólio inteligente Ter mais de uma marca é ter mais chances de venda com a mesma estrutura . b) Visibilidade digital estratégica Aparecer em várias categorias aumenta sua exposição e gera mais tráfego nos apps. c) Eficiência operacional Sem processos claros e padronizados, você trava. Com sistema, você escala. Conclusão: crescer no delivery não é sobre fazer mais — é sobre fazer melhor Se você tem um restaurante comum hoje, saiba que o que define seu futuro não é o tamanho da sua cozinha — é o modelo que você escolhe operar. As histórias que você viu aqui são reais, repetíveis e acessíveis para quem está disposto a operar com método. 🚀 Quer transformar sua operação em uma máquina de vendas com múltiplas marcas? Fale com o time da Way Foods e conheça o modelo multimarca plug & play que já mudou o jogo para dezenas de operadores no Brasil.
- O Que Realmente Dá Lucro no Delivery: Ticket Médio, CMV e Outros Indicadores na Prática
Você pode ter uma comida maravilhosa, uma embalagem incrível e ainda assim não lucrar no delivery . Por quê? Porque não é o sabor que garante a saúde financeira da sua operação. É o controle dos números. Neste artigo, vamos mostrar o que realmente move o ponteiro do lucro no delivery, indo além da cozinha, direto para o que todo empreendedor precisa dominar: os indicadores. 1. 🎯 Ticket Médio: o primeiro passo para lucrar O ticket médio é o valor médio que cada cliente gasta por pedido. 👉 Fórmula: Faturamento total ÷ Número de pedidos = Ticket médio Por que importa? Porque se o seu custo fixo é o mesmo para entregar um pedido de R$ 22 ou de R$ 38, quanto maior o ticket, maior sua margem. Como aumentar: Ofereça combos inteligentes (ex: prato + bebida com desconto). Trabalhe adicionais e upgrades (ex: porção extra de proteína, molho, sobremesa). Use nomes estratégicos que valorizem o prato (ex: “Combo Família” ao invés de “3 unidades”). 2. 📉 CMV (Custo da Mercadoria Vendida): onde o lucro escapa O CMV representa o custo dos ingredientes usados para produzir cada prato. É um dos principais vilões da lucratividade mal gerida. 👉 Fórmula: Custo dos insumos utilizados ÷ Faturamento total × 100 = % de CMV Meta saudável: Entre 28% a 35% no delivery. Acima disso, você pode estar pagando para vender. Como melhorar o CMV: Use fichas técnicas detalhadas para evitar desperdício. Aproveite insumos compartilhados entre pratos ou marcas. Negocie com fornecedores ou compre de forma centralizada. Evite pratos com alto custo e pouca margem. 3. ⏱️ Tempo de Preparo e Expedição: impacto direto nas avaliações Sim, tempo também é dinheiro, especialmente no delivery. Pedidos demorados geram cancelamentos, notas baixas e menos visibilidade nos apps. Meta ideal: Entre 10 a 15 minutos do recebimento à expedição. Quanto mais rápido (sem perder qualidade), maior a rotatividade e o número de pedidos por hora. 4. 📦 Custo de Embalagem: o detalhe que come margem Muitos operadores subestimam o impacto da embalagem. Mas no delivery, ela representa entre 6% e 12% do custo total do prato. O que fazer: Padronize embalagens por tipo de prato e marca. Compre em maior volume (ou por meio da franqueadora, que negocia melhor). Elimine o que é supérfluo e mantenha apenas o necessário para qualidade e apresentação. 5. 💸 Taxas dos Aplicativos: sim, elas doem, mas precisam ser gerenciadas iFood, Rappi, 99Food… As taxas são uma realidade. Mas você pode reduzir o impacto com estratégias inteligentes. Dicas práticas: Melhore sua reputação e avaliações para ganhar visibilidade orgânica. Participe de campanhas promocionais com ROI claro. Faça ações diretas com seu público para gerar recompra e fidelização fora dos apps. 6. 📈 Margem de Lucro Real: o número que realmente importa Depois de calcular tudo (CMV, embalagens, taxas, equipe, marketing) você chega ao número mais importante: a margem líquida. Meta ideal: Uma operação de delivery bem gerida deve entregar 10% a 20% de lucro líquido. Abaixo disso, é sinal de que algum ponto da operação está drenando seus resultados. Conclusão: Delivery lucrativo é delivery gerenciado por dados Não é achismo. Não é só “comida boa”. É gestão de verdade. Se você quer ter lucro no delivery, precisa dominar seus números tanto quanto domina seus temperos. É isso que diferencia o amador do profissional, e o restaurante que sobrevive daquele que escala. 📌 Dica final: monitore seus indicadores semanalmente. Faça do CMV, ticket médio e margem líquida parte da sua rotina. Assim, você constrói um delivery sólido, lucrativo e preparado para crescer. 🚀 Quer operar um delivery com marcas prontas, indicadores mapeados e suporte para escalar? Conheça o modelo multimarcas do Grupo Way Foods e transforme sua estrutura em um sistema de vendas rentável, com inteligência financeira embarcada.
- Modelos de Financiamento e Crédito para Quem Quer Investir em Franquias de Alimentação
Investir em uma franquia de alimentação pode ser um dos caminhos mais seguros para quem deseja empreender no food service com marca validada, suporte e operação estruturada. Mas surge a dúvida: “E se eu não tiver todo o capital à vista?” A boa notícia é que existem diversas formas de viabilizar esse investimento com apoio de crédito, financiamento ou parceiros financeiros. A seguir, vamos apresentar os principais modelos, suas vantagens, cuidados e como dar o primeiro passo com inteligência financeira. 📌 1. Crédito PJ com bancos tradicionais Muitos bancos — como Caixa, Banco do Brasil, Bradesco e Santander — oferecem linhas de crédito específicas para quem vai abrir uma franquia . Essas linhas normalmente incluem: Taxas de juros mais competitivas Prazo de carência (ex: 3 a 6 meses para começar a pagar) Parcelamento em até 60 vezes Possibilidade de usar o CNPJ novo como base Algumas redes de franquias, inclusive, têm convênios com instituições financeiras , o que facilita a aprovação. Dica: prepare um plano de negócios básico e a COF (Circular de Oferta de Franquia), pois os bancos costumam pedir esses documentos. 💳 2. Crédito pessoal ou refinanciamento Se você ainda não tem empresa aberta, pode recorrer ao crédito pessoal .É uma alternativa mais rápida e, dependendo do seu histórico bancário, com aprovação simplificada. Outra possibilidade é o refinanciamento de veículo ou imóvel , caso você tenha algum bem em seu nome. Isso garante: Taxas de juros mais baixas do que no crédito pessoal comum Valores mais altos disponíveis Prazos maiores para pagamento Importante: esse modelo exige mais responsabilidade, pois envolve garantias. Mas pode ser uma boa opção para quem quer montar a operação sem depender de sócios. 👥 3. Sociedade ou investidor-anjo Muitos empreendedores começam suas franquias com apoio de: Sócios capitalistas: alguém entra com o dinheiro e você entra com o trabalho. Investidores-anjo: pessoas físicas que buscam retorno em negócios promissores. Esse modelo exige contrato bem claro, mas pode acelerar sua entrada no negócio sem dívidas bancárias. Dica: escolha sócios que compartilhem dos seus objetivos e entendam o modelo de franquia. 🏛️ 4. Linhas de crédito do Sebrae e BNDES O Sebrae, em parceria com o BNDES, oferece programas de crédito para pequenos empresários, com foco em: Apoiar o crescimento de micro e pequenas empresas Estimular o empreendedorismo com menos risco Financiar capital de giro e investimento inicial As linhas de crédito variam por região e banco parceiro.Você pode simular pelo Portal do BNDES ou procurar a agência do Sebrae mais próxima. 🟢 5. Parcelamento direto com a franqueadora (caso disponível) Algumas redes de franquias, oferecem condições facilitadas de entrada no negócio , com: Parcelamento da taxa de licença Desconto para pagamento à vista Incentivos para quem já tem estrutura pronta (restaurante, cozinha ociosa) Esse tipo de flexibilidade é ideal para quem deseja começar com mais segurança e menos impacto no caixa inicial . 📊 Como escolher o modelo ideal? Antes de contratar qualquer linha de crédito, leve em conta: Valor total necessário para abertura e capital de giro Prazos médios de retorno estimado no negócio Comprometimento da sua renda pessoal e/ou CNPJ Taxa de juros e condições reais de pagamento E, claro: converse com a franqueadora . Um bom time de expansão te ajuda a entender o que é viável para o seu perfil e fase atual. Conclusão: crédito inteligente acelera o primeiro passo Investir em uma franquia de alimentação é uma decisão estratégica — e ter apoio financeiro certo pode fazer toda a diferença na velocidade e segurança da sua jornada. Se você está considerando entrar no universo do delivery com marcas validadas, suporte estruturado e um modelo plug & play, saiba que há opções reais para tirar seu plano do papel. 🚀 Quer conversar sobre formas de investimento e possibilidades para sua entrada no Grupo Way Foods?
- 5 Perguntas Que Você Deve Responder Antes de Assinar Qualquer Contrato de Franquia
Entrar para uma rede de franquias pode ser a decisão que vai transformar sua vida profissional e financeira, mas também pode se tornar um grande problema se você não tiver clareza de alguns pontos antes de assinar o contrato. Por isso, se você está avaliando uma franquia de alimentação, pare e responda com sinceridade essas 5 perguntas . Elas podem te poupar tempo, dinheiro e dor de cabeça e te ajudar a escolher uma rede alinhada com suas metas, perfil e estrutura atual . 1. Essa franquia é compatível com meu estilo de operação e rotina? Você é um operador de salão? Gosta de estar no balcão todos os dias? Tem uma cozinha que já roda delivery? Ou está buscando um modelo mais enxuto e automatizado? Não existe franquia certa para todo mundo , mas sim franquia certa para cada perfil . 👉 Se você já tem um restaurante ativo, talvez o ideal seja um modelo plug & play , que aproveite sua estrutura atual sem grandes investimentos. 👉 Se está começando do zero, talvez precise de um sistema mais completo e com alto nível de suporte. Entenda se o modelo proposto faz sentido na sua realidade atual . 2. Essa franqueadora entrega suporte de verdade ou apenas “manual e boa sorte”? O sucesso da franquia não depende só do produto ou da marca, mas do suporte que você vai receber antes, durante e depois da implantação. Pergunte: Existe suporte para ativação e onboarding? Há um time disponível para ajudar no dia a dia? A franqueadora oferece marketing, promoções, análise de dados? Como é a comunicação com os franqueados? Uma boa franqueadora é parceira no crescimento , não apenas fornecedora de um cardápio. 3. Os números da COF fazem sentido e são transparentes? A Circular de Oferta de Franquia (COF) é um documento obrigatório por lei e deve conter todas as informações financeiras, jurídicas e operacionais da rede. Você deve ler com atenção e responder: O investimento estimado condiz com a estrutura proposta? O faturamento médio prometido é viável na sua cidade? A margem de lucro é coerente com o modelo de operação? Há clareza sobre taxas, royalties e fundo de marketing? Desconfie de números "mágicos" ou projeções irreais. Bons franqueadores são transparentes, não vendedores de ilusão . 4. A marca tem potencial de crescer nos apps de delivery? Hoje, o delivery representa uma fatia gigante do mercado de alimentação, e isso impacta diretamente no sucesso da sua unidade. Avalie: A marca tem boas avaliações no iFood ou outros apps? Ela se destaca nas categorias em que atua? Existe estratégia de promoções, visibilidade e combos? O cardápio foi pensado para entrega, com embalagem adequada? Marcas que entendem o jogo do delivery tendem a crescer mais rápido, e isso afeta diretamente seu retorno sobre investimento. 5. Essa franquia resolve ou cria mais complexidade na minha operação? Muita gente entra em uma franquia achando que está simplificando, mas acaba assumindo um modelo cheio de travas, rigidez e exigências desconectadas da realidade. Por isso, pergunte: A operação é simples e replicável? Eu consigo treinar minha equipe com facilidade? Os processos são claros, documentados e bem organizados? Existe possibilidade de escalar (com novas marcas ou unidades)? Franquias boas são modelos testados que resolvem problemas , não criam novos. Conclusão: assinar contrato é o começo de um casamento, e não dá pra escolher no impulso Responder essas 5 perguntas vai te deixar muito mais preparado para tomar uma decisão estratégica, e não apenas emocional. Se você está buscando um modelo: ✅ Enxuto✅ Validado✅ Com suporte real✅ E com possibilidade de operar múltiplas marcas a partir de uma única cozinha … então talvez você esteja pronto para conhecer o modelo multimarca da Way Foods. 👉 Fale com nosso time e tire suas dúvidas antes de assinar qualquer contrato. Estamos aqui para construir uma operação sustentável, lucrativa e alinhada com você .
- Multicozinha Pocket: Como Ativar e Desativar Marcas Conforme a Demanda do Mercado
Imagine poder ligar ou desligar marcas de delivery com a mesma facilidade que você ativa um perfil nas redes sociais. Sem obras, sem novos CNPJs, sem contratar mais equipe. Parece coisa do futuro? Esse futuro já chegou — e tem nome: Multicozinha Pocket. Um modelo pensado para operadores que já têm estrutura , mas que desejam potencializar o uso da sua cozinha com marcas validadas , otimizadas para entrega e prontas para performar no iFood. Neste artigo, você vai entender: O que é o Multicozinha Pocket Como funciona o sistema de ativação e desativação de marcas Quais os ganhos práticos em faturamento, flexibilidade e escala E por que esse modelo é ideal para quem quer crescer sem complicar a operação 🧠 O que é o Multicozinha Pocket? É o modelo de licenciamento enxuto do ecossistema Way Foods , onde você ativa até 10 marcas complementares dentro da sua própria cozinha. Não é franquia no modelo tradicional com ponto físico.É licença de uso de marcas + operação 100% delivery + suporte contínuo. Você não abre mais uma loja. Você ativa uma nova marca com cardápio testado, ficha técnica, insumos compartilhados, precificação estratégica e presença garantida nos apps. E o melhor: pode pausar, testar, trocar ou adicionar marcas conforme a performance e sazonalidade. 🔁 Ativar e desativar marcas: como funciona na prática? No Multicozinha Pocket, você tem acesso a um portfólio inteligente com marcas como: 🍝 Pasta Way (massas)🥡 Yaki Way (oriental)🥘 Feijuca Way (comfort food)🥩 Parme Way (parmegianas)🍗 Estro Way (estrogonofe)...e outras em constante desenvolvimento. Cada uma foi criada para: ✅ Usar insumos comuns entre si✅ Ter cardápio enxuto e rápido de preparar✅ Performar bem nas categorias do iFood✅ Atender públicos e turnos diferentes Com base em relatórios, sazonalidade ou estratégia local, você pode: Pausar uma marca com vendas baixas Ativar uma nova para testar no jantar Focar em marcas de ticket médio maior em datas especiais Adaptar sua cozinha ao que o mercado está pedindo naquele momento 📊 Por que isso importa? Porque o comportamento do consumidor muda — e rápido. Uma marca que performa bem em janeiro pode cair em março. Uma categoria que era ignorada na sua região pode virar tendência do dia para a noite. No modelo tradicional, você precisa: Fechar loja Trocar fachada Investir em nova identidade visual Treinar equipe novamente No Multicozinha Pocket , você só precisa: ✔ Atualizar sua operação no sistema✔ Ativar um novo cardápio✔ Seguir o playbook✔ E começar a vender Rápido. Inteligente. Sem fricção. 📈 Resultados reais: operadores que escalam com inteligência Operadores que usam esse modelo conseguem: ✅ Aumentar ticket médio com cross sell entre marcas✅ Ativar turnos ociosos (ex: almoço com massas, jantar com oriental)✅ Testar novas marcas com risco controlado✅ Tomar decisões com base em dados, não achismo✅ Manter equipe e estoque enxutos Eles não operam uma cozinha — operam um sistema de vendas com múltiplas frentes. 🚀 Conclusão: crescer no delivery não é sobre ter mais lojas — é sobre ter mais lógica Com o Multicozinha Pocket , você deixa de ser refém de uma única marca ou produto. Você passa a operar um ecossistema modular , onde cada marca é uma peça que pode ser ligada ou pausada conforme a demanda. Se sua cozinha já existe, mas está subutilizada… Se você quer escalar sem riscos… Se busca faturamento extra sem dor de cabeça… Talvez você só precise de um sistema inteligente. E ele já está pronto. 👉 Clique aqui e descubra como ativar suas primeiras marcas ainda este mês com o modelo Multi Kitchen Pocket da Way Foods.












