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Reforma Tributária: o jogo muda em 2026, mas seu restaurante precisa se preparar agora.

A Reforma Tributária, cuja fase de transição e testes começa em 2026, não é apenas uma atualização técnica no sistema de impostos. Para quem atua no setor de alimentação, ela representa uma mudança real na forma de operar, precificar, planejar o caixa e estruturar o crescimento do negócio.



Embora a cobrança integral dos novos impostos ocorra de forma gradual até 2033, 2025 é o ano decisivo para o planejamento. Donos de restaurantes, redes e operadores de delivery precisarão usar este ano para sanear a gestão fiscal antes que as novas regras de recolhimento automático entrem em vigor.

Ao acompanhar de perto as regulamentações, fica claro que o impacto exigirá mais profissionalismo de operações que trabalham com múltiplos canais, franquias ou modelos multimarcas. Se você sente que esse tema exige atenção redobrada, este conteúdo foi pensado para explicar o cenário e mostrar como se preparar com segurança.


Por que a reforma tributária exige atenção especial dos restaurantes?

Nas conversas com operadores do food service, a dúvida é frequente: como as novas regras impactam o dia a dia? A reforma substitui impostos federais (PIS, Cofins, IPI) e locais (ICMS, ISS) pelo sistema de IVA Dual (CBS federal e IBS estadual/municipal).

Para o setor de restaurantes, há uma boa notícia: a previsão de um Regime Diferenciado, que pode reduzir as alíquotas em relação à regra geral. No entanto, para usufruir desses benefícios e não perder dinheiro na complexidade dos créditos fiscais, a organização contábil precisará ser impecável.

Modelos como o da Way Foods, que permitem operar diferentes marcas a partir de uma única cozinha, já saem na frente por terem uma estrutura de gestão e controle de custos nativa. Com a reforma, esse nível de organização deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito para manter a conformidade e a margem de lucro.


Principais mudanças para restaurantes na nova tributação

Durante o início da transição em 2026 (fase de testes com alíquota simbólica), alguns pontos práticos já exigirão adaptação dos sistemas de gestão:

  • Split Payment (Pagamento Dividido): Essa é a maior mudança operacional. No momento em que o cliente pagar, especialmente no cartão ou Pix, o imposto poderá ser recolhido automaticamente pelo banco, caindo na conta do restaurante apenas o valor líquido. Isso acaba com a possibilidade de usar o dinheiro do imposto como capital de giro até o dia do pagamento da guia.

  • Regime Diferenciado: Bares e restaurantes terão tratamento favorecido, mas a classificação correta dos produtos e serviços será vital para não pagar imposto a mais indevidamente.

  • Gestão de Créditos (Não-Cumulatividade): A compra de insumos gerará créditos fiscais de forma mais ampla. Quem não tiver controle rigoroso de notas fiscais de entrada perderá dinheiro.

  • Delivery e Marketplaces: A responsabilidade pelo recolhimento em plataformas digitais será mais rígida, exigindo conciliação financeira precisa.

Neste cenário, plataformas que centralizam dados, controle de compras e vendas, como a Way Foods, são essenciais para simplificar a burocracia e evitar o vazamento de margem.


Como preparar o restaurante para 2026?

A antecipação em 2025 será a principal vantagem competitiva. Alguns passos ajudam a reduzir riscos:

  1. Saneamento Fiscal: Use 2025 para organizar a classificação fiscal de todos os seus produtos (NCMs) e fornecedores.

  2. Análise de Regime: Estude com seu contador se valerá a pena manter-se no Simples Nacional ou migrar para o Lucro Real/Presumido para aproveitar os créditos da nova reforma, especialmente se você atende empresas.

  3. Fluxo de Caixa: Prepare-se para o impacto do Split Payment. Seu fluxo de caixa precisará ser robusto, pois o recolhimento do imposto será imediato na transação financeira.

  4. Parceiros Estratégicos: Para operações multimarcas, a correta distribuição de custos e a tecnologia de gestão serão vitais.


Impacto nos custos, delivery e precificação

A experiência mostra que o controle de custos será o grande desafio da transição. As dores tendem a surgir em três frentes:

  • Custos Operacionais: O preço dos insumos pode flutuar dependendo da carga tributária de cada fornecedor. Comprar de quem fornece crédito fiscal será estratégia de negócio.

  • Precificação: Com o fim do imposto por dentro, a composição do preço ficará mais transparente para o consumidor. Cardápios precisarão ser recalculados para garantir a rentabilidade líquida.

  • Gestão Centralizada: Aqui, modelos consolidados ganham força. A integração de dados, padronização operacional e suporte especializado, como o oferecido pela Way Foods, funcionam como uma blindagem. Isso reduz riscos de erros fiscais e garante que o operador foque no que importa: vender.


Oportunidades no novo cenário

Toda mudança traz desafios, mas também oportunidades. Restaurantes que investirem em padronização, fornecedores homologados e gestão profissional estarão à frente. O mercado tende a se profissionalizar, e modelos multimarcas e multicanais bem estruturados, como as franquias da Way Foods, terão facilidade em navegar pelas novas regras e escalar.


Conclusão: antecipe, adapte e cresça com a Way Foods

Mudança fiscal não precisa significar crise. Quem planeja em 2025, ajusta processos e investe em gestão, atravessa a transição de 2026 com segurança. Atualizar a operação, capacitar a equipe e usar a tecnologia adequada faz toda a diferença.

Este é o momento de se antecipar.

Entender o novo sistema e contar com a expertise de soluções como a Way Foods pode transformar a Reforma Tributária em uma vantagem estratégica, permitindo que você cresça enquanto o mercado ainda tenta entender as regras.



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